Principais Índices
| Dow Jones | Nasdaq | S&P 500 |
| +0,42% | +0,40% | +0,40% |
| 10.611,84 | 2.368,46 | 1.150,24 |
Comunidade
O índice Standard and Poor's 500 fechou no maior patamar em 17 meses nesta quinta-feira (11), e o rali nos papéis de bancos no fim do pregão levantou as ações americanas.
A alta ofuscou as preocupações de que a China pode tomar medidas para frear o superaquecimento da economia.
O Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 0,42%, para 10.611 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 0,40%, para 2.368 pontos. O S&P 500 também ganhou 0,40%, para 1.150 pontos.
As units do setor financeiro pegaram carona nos fortes ganhos dos últimos dias, amparadas em parte pela possibilidade de que novas regras bancárias estudadas pelo Congresso dos EUA possam ser deixadas de lado. O índice de bancos KBW subiu 1,7%, nova máxima em 16 meses.
"Há uma avaliação agora de que a proposta de reforma será diluída e não terá todo o tom estridente pensado inicialmente", disse Quincy Krosby, estrategista de mercado da Prudential Financial, em Newark, Nova Jersey.
Os papéis do Citigroup estiveram entre os de melhor desempenho, em alta de 5,6%, após seu presidente-executivo dizer a investidores que o golpeado banco está "bem posicionado para voltar à lucratividade sustentada".
Wall Street operou perto da estabilidade ao longo da maior parte da sessão. A inflação chinesa alcançou o nível mais alto em 16 meses, dando argumentos para um aperto monetário na terceira maior economia do mundo.
As ações do conglomerado de manufatura 3M caíram 0,4%.
O Nasdaq avançou pelo sexto pregão seguido, igualando a série positiva terminada em 18 de fevereiro. A empresa de varejo online Amazon.com apreciou-se 2,4% e liderou os ganhos no índice, em cuja carteira de companhias de tecnologia possui forte representatividade.
Outras varejistas também registraram consideráveis ganhos um dia antes da divulgação pelo Departamento do Comércio americano das vendas mensais no varejo. O índice S&P para o setor avançou 0,8%.
Do lado macroeconômico, o déficit comercial dos Estados Unidos diminuiu inesperadamente em janeiro, para US$ 37,3 bilhões, refletindo menores compras de petróleo.
Outro relatório mostrou uma queda de 6 mil pedidos no número de solicitações de auxílio-desemprego na semana passada, para 462 mil. O mercado esperava queda para 460 mil.
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