Em seu tempo de estatal, a Vale sempre cumpriu um papel importante para os objetivos estratégicos do governo. Quando Brasília precisou de recursos para bancar a privatização das siderúrgicas, a Vale foi chamada para entrar como sócia das usinas.
Pode-se dizer que foi ela quem salvou o programa de desestatização em seu início turbulento. Mais tarde, em 1997, quando chegou sua vez de ser privatizada, a empresa sofreu sob os efeitos de um arranjo societário confuso.
Adquirida por um consórcio liderado pelo empresário Benjamin Steinbruch, a empresa tinha a CSN entre seus controladores. Por outro lado, era uma das principais acionistas da CSN - inclusive com direito a assento no grupo de controle. Não deu certo.
As duas empresas perderam forças e só conseguiram sair do local em que estavam porque, em 2001, um acordo entre Steinbruch e a Bradespar, dona de uma grande participação na Vale, promoveu o chamado "descruzamento" acionário.
Quem sentou-se à mesa com Steinbruch para tratar da questão foi o então presidente da Bradespar, Roger Agnelli. Que logo depois tornou-se presidente da própria Vale.
Por qualquer ângulo que se observe, a Vale é mais poderosa hoje do que antes. Tinha 9 mil empregados em 1997. Hoje tem 60 mil. Valia US$9 bilhões. Hoje, vale US$ 123 bilhões. Operava apenas no Brasil. Hoje está presente em 30 países.
Mesmo com tudo isso, tornou-se nos últimos tempos alvo de todo tipo de crítica. O presidente Luís Inácio Lula da Silva diz que a empresa deveria investir mais no Brasil.
Outras vozes se uniram à do presidente num coro que parece pedir a cabeça de Agnelli. Que se segura no cargo e não dá mostras de querer largá-lo.
Pelo ritmo da disputa, essa queda de braços ainda vai longe.
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O Presidente Lula faria muito bem ao país e à própria Vale se não se metesse tanto na empresa. Já faz isso com a Petrobras.
Faço das suas as minhas palavras Rivaldo.
Aproveito para dizer que não vejo a hora do Lula e tua gangue deixarem logo o poder e permitir a iniciativa privada desenvolver mais o país.
Se for o Lula, que anda se metendo na Petrobras, deveria fazer o mesmo com a Vale, pois o resultado tem sido ótimo.
o lula deve estar querendo tirar algum dinheiro da vale,entao quer tirar o Roger Agnelli da presidencia e colocar alguem dos petralhas no comando. por favor deixem a Vale em paz.
E impressionanate o que o Lula quer fazer. Tirar um presidente com a competencia do Roger. So pode ser para aumentar o saldo bancario dele mesmo.
É impressionante como o sucesso do presidente Lula incomoda aos reacionários que já entregaram a Vale e querem entregar a Petrobras, BB e outras. Falem sério...
Facó minhas as palavras de Carlos Mangino. Aliás este bando que defendeu as privatizaçoes do jeito que foram feitas, ou ganharam muito dinheiro ou são mesmo ignorantes. Quem está informado, sabe que o Pres. Lula quer a Vale processando os minerais aqui para gerar mais empregos e não só mandar commodities para fora com pouco valor. Data daí que a Vale está tirando do papel a construção de novas siderúgicas em Minas Gerais e em outros estados.
Um pouco de conhecimento faz bem.
Prof. Marcos Kniess
Fico pensando, que mal existe em um Presidente pedir que uma empresa do porte da Vale invista mais no País, Estranho seria se o Presidente pedisse o contrário, vou mais longe ainda, o Presidente deveria pedir para outras empresas investirem mais no País, se não vejamos, quando Lula falou que a crise era uma marolinha, muitos o criticaram, e hoje mostra que o Lula tinha razão, ele tinha o entendimento que a crise era diferente dasoutras crises, quando se pede para agregar valor,esta correto pois devemos beneficiar cada mais nossos produtos e vende-los mais caro la fora, isso é básico, ou quem se atrevea mim falar o contrário, aí é burrice. Olha teria muita coisa a falr ainda, mas por hora basta. Viva o Lula, Viva a Vale. Viva o Roger Agneli. Viva o Brasil