A Playboy Enterprises, editora da revista de mesmo nome, quer expandir sua atuação no Brasil, China e Índia, além de abrir clubes e cassinos na América Latina.
A estimativa foi confirmada por Scott Flanders, principal executivo da companhia. "A cultura brasileira é mais aberta em relação à sexualidade", declarou.
"Em ambientes deste tipo, a marca Playboy tem maior ressonância", acrescentou. Para ele, "abrir clubes no Brasil é uma prioridade".
Com sede em Chigado (Estados Unidos), a Playboy busca sócios para elevar os ganhos com licenças de produtos, expandir clubes e cassinos da marca, além de desenvolver uma nova programação que seja atrativa tanto para o homem, quanto para a mulher.
As propostas formam parte de um plano de reestruturação que produzirá ganhos a partir de 2011, enfatizou Flanders.
A companhia mantém negociações com potenciais sócios para abrir novos clubes nos demais países da América Latina. Na Ásia, a Playboy discute com um operador de Macau (China) a abertura de um clube em um prazo de aproximadamente um ano.
Segundo Flanders, Rio de Janeiro e São Paulo são as cidades com maior potencial no Brasil - país onde a revista Playboy possui maior demanda. O executivo se negou a fornecer prazos e cifras, mas adiantou que a Playboy expandirá seus clubes também para Cancún (México) e Flórida (EUA).
Ontem (18), a Playboy firmou um acordo de exclusividade na Ásia com a IMG Licensing Worldwide para expandir suas licenças de roupas, acessórios e outros produtos. O tratado ajudará a marca a crescer em países como China e Índia, disse Flanders.
A companhia ainda tentará atrais mais espectadores com uma nova programação que seja atrativa para casais, disse Flanders.
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