Os petroleiros recusaram a proposta de dissídio feita pela Petrobras e parte da categoria anunciou que fará greve a partir desta quinta-feira (15).
A estatal, por sua vez, informou que seguirá negociando com o sindicato.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP), que representa a maior parte da categoria, não aderiu ao movimento, informou a assessoria de imprensa da entidade. A FUP não decretará a greve imediatamente porque considera que o assunto ainda não foi totalmente discutido.
A Petrobras ofereceu reajuste salarial referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período do dissídio (setembro), e um ganho real de 1,5%.
"Sábado vamos fazer uma paralisação de alerta para reivindicar o pagamento do extraturno (dobradinha)", disse a assessoria, referindo-se aos feriados trabalhados durante os turnos. Atualmente, a categoria recebe dobrado apenas no Natal e no Ano Novo.
Os petroleiros representados pelo Sindipetro anunciaram que entrarão em greve na quinta-feira por tempo indeterminado após rejeitarem a proposta da Petrobras.
De acordo com a assessoria do sindicato, refinarias, plataformas, terminais e os edifícios-sede da Petrobras vão aderir ao movimento.
Os lugares que serão afetados são Rio de Janeiro, litoral paulista, São José dos Campos, Pará, Amazonas, Amapá, Sergipe e Alagoas.
A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, no entanto, que considera a mobilização dos sindicatos "normal e não afeta as atividades da companhia".
"A Petrobras mantém as negociações com os sindicatos a respeito da campanha salarial", disse a empresa.
© Thomson Reuters 2009 All rights reserved.
Comentários
Últimas Notícias
- 21:00
Encerramento do Noticiário - 20:59
Pressão negativa na bolsa brasileira deve permanecer - 20:40
Suzano tem produção impactada por parada não programada - 20:29
Twittadas da semana - 20:16
MLS tem crescimento, com público maior que o do Brasileirão - 20:00
Light Energia adquire 51% da Guanhães Energia - 19:48
Eficiência da Coca-Cola vai reerguer Neugebauer









