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Planejamento divulgado nesta segunda-feira (8) prevê venda de algumas unidades e ativação de outras.
A Brasil Ecodiesel divulgou ontem (7) seu novo planejamento estratégico, após sair de uma forte crise que quase quebrou a companhia.
A fabricante de biodiesel vai se desfazer de ativos que percebeu não serem estratégicos, como 23 mil hectares de terras que seriam utilizadas para a produção de oleaginosas nos estados de Piauí, Ceará e Minas Gerais. Uma esmagadora de grãos em Crateús (CE) também será vendida.
O processo de reestruturação comandado pelo presidente Mauro Cerchiari já desativou as fábricas de biodiesel de Floriano (PI) e Crateús e uma esmagadora de soja em Porto Nacional (TO). Agora essa decisão foi confirmada como definitiva, e os ativos dessas unidades serão realocados para locais ainda não definidos.
A empresa abandona de vez o projeto de verticalização total da cadeia de produção, que englobava o plantio das matérias-primas, a produção dos óleos vegetais e sua transformação em biodiesel.
No entanto, a Brasil Ecodiesel concluiu que vale a pena colocar em operação as duas esmagadoras de grãos que possui para a produção de óleo, em Iraquara (BA) e São Luiz Gonzaga (RS).
A companhia estudou se seria melhor vender também esses dois ativos e focar apenas no negócio de biodiesel, mas preferiu ficar com os ativos.
Por um lado, a empresa garante o abastecimento de óleos vegetais, mas por outro passa a atuar em um segmento complexo e que não domina, que é o do farelo de soja.
Quando esmagada, a soja gera óleo e farelo, um produto que não pode ser desprezado para a sustentabilidade de uma planta de esmagamento. Agora a companhia vai buscar meios de colocar as duas unidades em funcionamento.
Além disso, como havia antecipado o Brasil Econômico no ano passado, a empresa passa a buscar oportunidades de fusões e aquisições para ser uma consolidadora do setor.
Do ponto de vista agrícola, a Brasil Ecodiesel vai focar no desenvolvimento do pinhão-manso como principal matéria-prima de óleo para a produção do biocombustível, como também antecipou o Brasil Econômico.
Com alto potencial de produção de óleo, o pinhão-manso ainda é pouco dominado agronomicamente, e a Brasil Ecodiesel realiza testes para começar a usar a planta como matéria-prima em larga escala.
O novo planejamento inclui também uma reestruturação corporativa, com a concentração dos escritórios de Fortaleza e Rio de Janeiro em São Paulo, que passará a ser a sede da companhia.
A empresa vai buscar ainda novas fontes de financiamento de longo prazo e melhorias no processo industrial do biodiesel, criando uma área de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial.
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Gostaria de saber se a Brasil Ecodiesel de São Luiz será vendida ou fechada,como a de Floriano PI?
A Brasil ecodiesel Não vai investir na produção do biodíesel no pará?
Acredito que verticalizar no pará com a Palma(isotica) a Inajáa ucuuba(nativasil principalmente seja um risco muito menor que planta mamona ou pinhao em qualquer lugar do Brasil. Acredito que o estado do Pará seja no brasil o estado com o maior potencial para produzir óleo para biodiesel.
Por que a Ecodiesel não pesquisa a viabilidade de uma esmagadora no Nordeste do Para que inicialmente usaria materia prima obtida do estrativismo. No Nordeste do pará e Marajó ha florestas Nativas de Inaja que é uma palmeira que dá uma produtividade igual ou superior à palma e produz óleo de exelente qualidade para o biodiesel, como os senhores podem ver com a Embrapa e UFPA.
sds david
9132133292 - 91 82263400