As principais bolsas da Europa seguem em terreno negativo na sessão de hoje (26), pressionadas pelo setor financeiro e por empresas ligadas a commodities.
Nesta quinta-feira, o mercado europeu inverte a tendência de valorização registrada ontem, quando os dados positivos vindos dos EUA garantiram otimismo aos investidores.
Hoje, em função do feriado americano do Dia de Ação de Graças, não há pregão em Wall Street. A ausência de referência com o mercado americano, somada a uma agenda vazia de indicadores, mantém em evidência o desempenho negativo dos ativos europeus.
O setor bancário, que enfrenta resistência para voltar a subir, responde pelas perdas mais fortes do dia. O Deutsche Bank liderava a queda do setor, com recuo de 4,52%. Na sequência, o Royal Bank of Scotland caía 4,10% e o Lloyds cedia 3,89%.
Barclays, HSBC, BNP Paribas, Credit Suisse e Santander perdiam entre 2,74% e 3,87%.
No campo das commodities, o cenário também é de desvalorização, com o petróleo cedendo mais de 1% em Nova York. Entre as petrolíferas, a British Petroleum recuava 1,24%, enquanto a francesa Total caía 1,67%.
As perdas eram ainda mais expressivas entre os papéis de mineradoras. A Xstrata tinha queda de 3,28%, seguida por Anglo American (-2,94%) e BHP Billiton (-2,22%).
Às 08h30 (horário de Brasília), a desvalorização mais expressiva era registrada na Bolsa de Paris, onde o índice CAC-40 recuava 1,9%, para 3.736,87 pontos.
Em Frankfurt, o DAX perdia 1,85%, a 5.695,47 pontos. O FTSE-100, de Londres, caía 1,6%, para 5.278,88 pontos, e o IBEX-35, em Madri, cedia 1,53%, a 11.782,90 pontos.
Ainda hoje, o Banco Central Europeu divulga as informações de meios de pagamento. Já no Reino Unido, saem as tendências de curto prazo para o setor de varejo, além da distribuição para o atacado.
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