Parmalat e banco garantem contratação do técnico do time, Luiz Felipe Scolari, cujo salário mensal é estimado em R$ 700 mil
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O técnico Luiz Felipe Scolari foi apresentado pelo Palmeiras com a pompa de craque internacional. O novo treinador até vestiu a camisa do clube e posou para fotos - ritual digno de grandes contratações.
Junto com o treinador, a agremiação apresentou novos contratos de patrocínio, que garantiram alta de 70% nas receitas de marketing, na comparação com o ano anterior. O montante ultrapassou os R$ 40 milhões.
"Trata-se de um valor comum aos integrantes do G4 [São Paulo, Corinthians, Santos e o próprio Palmeiras, times que trabalham juntos desde 2009 na captação de patrocínio]", diz Rogério Dezembro, diretor de marketing do Palmeiras.
Ele afirma que, por conta da atual conjuntura da economia brasileira, a receita de marketing de cada um dos quatro times paulistas deve chegar a R$ 50 milhões nos próximos seis meses.
"É o que viabiliza o retorno dos grandes craques como Robinho e Felipão", diz Dezembro, referindo-se ao jogador do Santos e ao técnico recém-contratado.
O dirigente explica que os recursos não vão diretamente para o treinador. Eles vão para o clube e são usados para várias despesas, entre elas a folha de pagamentos. Mas a verba garante uma boa parte do salário de Scolari, estimado em R$ 700 mil mensais.
As negociações em torno da contratação do técnico Scolari foram viabilizadas pelas parcerias com o banco português Banif e com a Parmalat - novos reforços entre os patrocinadores.
É a segunda vez que a Parmalat patrocina o time. Entre 1993 e 2000, a marca estampou a camisa do clube, mas a parceria foi suspensa quando um escândalo na Itália quase levou a empresa à falência.
Os dois patrocinadores se unem à Fiat (que substituiu a Samsung), Unimed Seguros, Heineken Brasil, Adidas, GE, Visa e Gatorade. Estima-se que cada empresa invista mais de R$ 1 milhão no clube.
Segundo Dezembro, a atual configuração de patrocínio permite uma flexibilidade maior para a criação de produtos com a marca do time. Um exemplo é o contrato com a Unimed Seguros.
A empresa irá lucrar com a venda de seguros para o sócio-torcedor do Palmeiras.
E há outras oportunidades a explorar. O patrocínio com a Heineken Brasil, por exemplo, está pautado no licenciamento da insígnia do Palmeiras.
A companhia assinou contrato com o quatro maiores times de paulistas para lançar cervejas das equipes.
Outro exemplo está na parceria com a GE que destinou US$ 2 milhões em equipamentos da área de saúde para o clube.
"Hoje fazemos exames de rotina dentro do próprio centro de treinamento, sem precisar levar o atleta até um hospital ou clínica", diz Dezembro.
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Bem tomara que de tudo certo, pois eu como sou torcedora do Palmeiras acredito e muito nesses patrocinios, e na benfeitorias que agregão para o clube