“As corretoras brasileiras deixaram de investir em tecnologia. Há agora forte tendência de consolidação”, disse Amatto
Comunidade
A maior relevância alcançada pelo Brasil no cenário internacional e a abertura do mercado de cartões atraem novas empresas para atuar no país, assim como a expansão das operações brasileiras.
Com a demanda elevada, o diretor da Fesa (consultoria especiliazada em recrutamento de altos executivos), Ricardo Amatto, afirma que as instituições financeiras estão com maior dificuldade em encontrar candidatos.
Em qual segmento a dificuldade é maior?
No de meio de pagamento. Às vezes é uma empresa maravilhosa lá fora, mas a companhia não encontra o profissional qualificado no Brasil, que conheça a realidade local.
E quais outros segmentos, dentro do setor financeiro, em que a procura por profissionais é grande?
Nos bancos de investimento e corretora. Há muitas estrangeiras que querem atuar no país.
Algumas corretoras locais sofreram muito no ano passado com a queda dos volumes na bolsa e também estão defasadas tecnologicamente, uma vez que deixaram de receber dinheiro após o processo de desmutualização da Bovespa.
Elas deixaram de investir e agora há uma forte tendência de consolidação nesse mercado.
E o caminho contrário, com brasileiros indo para o exterior, parou de acontecer?
Ainda não. Isso porque há uma forte internacionalização das empresas brasileiras e alguns profissionais locais assumem as novas operações. Mas para ter sucesso em outro país é importante ter profssionais que conheçam o mercado local.
Comentários
Últimas Notícias
- 21:00
Encerramento do Noticiário - 20:59
Pressão negativa na bolsa brasileira deve permanecer - 20:40
Suzano tem produção impactada por parada não programada - 20:29
Twittadas da semana - 20:16
MLS tem crescimento, com público maior que o do Brasileirão - 20:00
Light Energia adquire 51% da Guanhães Energia - 19:48
Eficiência da Coca-Cola vai reerguer Neugebauer










Achei muito boa a entrevista com o profissional Ricardo.
Muito boa entrevista!