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Em um ano marcado por inúmeros desafios trazidos pelos impactos da crise econômica mundial, a Logística Intermodal (Log-In) registrou prejuízo de R$ 6,6 milhões, ante um lucro líquido de R$ 83,4 milhões em 2008.
No quarto trimestre de 2009, a empresa também registrou perdas. A cifra negativa alcançou R$ 6,8 milhões, contra lucro líquido de R$ 26,2 milhões no mesmo período do ano anterior.
A receita operacional líquida recuou 3,9% em 2009, em comparação ao ano anterior, para R$ 426,4 milhões. Entre outubro e dezembro, a receita operacional líquida teve decréscimo de 19,6% em relação a igual época de 2008, para R$ 108,9 milhões.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) alcançou 18,9 milhões no ano passado, o que representa uma queda de 80,3% face a 2008. Já no quarto trimestre, o Ebitda ficou negativo em R$ 1,4 milhão, frente a um resultado positivo de R$ 37 milhões no mesmo trimestre do ano anterior.
Investimentos
Em 2009, a Log-In realizou investimentos no montante de R$ 203,9 milhões, 19,8% abaixo do valor orçado para o ano (R$ 254,1 milhões).
Segundo a empresa, foram gastos R$ 115,6 milhões na construção dos navios porta-contêiner e R$ 35,2 milhões na construção dos navios graneleiros para movimentação de bauxita.
Nas obras de expansão do Terminal de Vila Velha (TVV) foram alocados R$ 15,2 milhões, enquanto que na expansão do Terminal de Camaçari (Tercam) foram investidos R$ 15,7 milhões. No quarto tirmestre de 2009, os investimentos totalizaram R$ 67,6 milhões.
Para 2010, estão previstos investimentos de R$ 406,1 milhões.
Para os navios em construção no Estaleiro Ilha (EISA) estão previstos investimentos de R$ 334,9 milhões, sendo R$ 171,8 milhões para a construção dos navios porta-contêiner e R$ 163,1 milhões para a construção dos navios graneleiros para transporte de bauxita.
Além disso, estão orçados investimentos de R$ 19,9 milhões para a expansão do TVV, R$ 15,9 milhões para a expansão do Tercam e R$ 20,5 milhões para o terminal intermodal de Paulínia.
"As obras de expansão do Tercam e de Paulínia estavam originalmente previstas para estarem concluídas em 2009 e foram reprogramadas para 2010 em função de atrasos na obtenção de licenças exigíveis", explicou a empresa em documento.
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