As empresas brasileiras devem se beneficiar do bom momento no mercado de celulose, pois têm os menores custos do mundo, segundo a Link
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A afirmação feita pelo presidente da Suzano Papel e Celulose, Antonio Maciel Neto, de que os preços internacionais da celulose não sofrerão alteração em setembro, em referência à decisão de concorrentes de manter no próximo mês os valores praticados em agosto, reforçou a visão de manutenção de preços que a Link Investimentos tem para o setor até o fim do ano.
Maciel destacou que a cotação está atrelada à relação entre oferta e demanda e por isso os preços foram mantidos e que, para o restante do ano, a trajetória do insumo está associada ao desempenho da economia chinesa.
"Se houver recuperação da China, os preços podem voltar a subir", disse. Em relatório, a corretora, que tem como analista-chefe Andrés Kikuchi, destaca que há uma expectativa de mercado de possível nova queda no preço da celulose, considerando, por exemplo, os estoques crescentes.
Mas a ponderação da Link não é negativa sobre o setor. "Vemos um bom mercado para a celulose no médio/longo prazo, apesar das oscilações recentes, e as companhias brasileiras deverão ser grandes beneficiadas desse bom momento já que planejam expansão e têm, hoje, um dos menores custos de produção do mundo."
A corretora vê um comportamento das ações das Fibria em linha com o mercado e desempenho acima da média para Suzano.
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