Economias emergentes se destacam ao redor do globo. Na foto, o presidente Lula e seu companheiro chinês, Hu Jintao
Comunidade
A China tirou do Japão o posto de segunda maior economia do mundo, em resultado de três décadas de forte crescimento. O objetivo agora é superar os Estados Unidos, maior potência do globo.
E dependendo de quão rápido o câmbio suba, a China caminha para assumir a liderança do ranking global por volta de 2025, de acordo com projeções do Banco Mundial, do Goldman Sachs e de outros economistas.
A China chegou perto de superar o Japão em 2009. "A China já é agora, de fato, a segunda maior economia do mundo", informou Yi Gang, chefe do órgão regulador de câmbio, nesta sexta-feira (30).
A China cresceu 11,1% no primeiro semestre de 2010 sobre igual período do ano passado. A expansão do país vem registrando uma média anual de mais de 9,5% desde que adotou reformas de mercado em 1978.
Projeções
A economia da China vai escapar de uma nova desaceleração e registrar um crescimento de mais de 9% neste ano, previu Yi Gang, diretor da Administração Estatal de Câmbio.
Em entrevista publicada no site do regulador cambial, Yi disse que as expectativas de um iuan mais forte diminuíram e que não há motivo para fortes flutuações do câmbio.
Ele acrescentou que o país deve manter a política de diversificar a composição de suas reservas internacionais.
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Eu acredito que sim. Hoje crescemos por volta de 7%. O que nos falta é uma população de 1 bilhão. Até lá, há muito chão pela frente.
Um país não necessita de uma população mostro para estar entre as grandes economias do mundo (leia-se Japão), mas sim, de uma população qualificada que leve a uma produção de manufaturados com alto valor agregado. Ou seja, "até lá a muitos livros a ler".