Comunidade
Em análise dos dados referentes ao mês de julho, divulgados pelo Instituto Aço Brasil, o analista da Brascan Corretora, Rodrigo Ferraz, considerou os números bastante negativos, destacando que, ao mesmo tempo, viu-se crescimento de produção, queda nas vendas e aumento do volume de importados.
Em outras palavras, oferta ascendente em um mercado com demanda estável. "Em suma, vemos um cenário pior para as siderúrgicas de aços planos hoje, com aumento de custos e competição, além de preços declinantes.
Temos especial receio quanto à sustentabilidade da recuperação operacional por parte da Usiminas no curto prazo, uma vez que ao longo dos próximos seis meses a siderúrgica se deparará com um ambiente de alta de custos, estabilidade (ou mesmo queda) de preços e maior competição interna e externa", afirma em relatório.
Ferraz ressalta que, atualmente, os estoques em distribuidores equivalem a 4 meses de vendas, bem acima da média histórica de 2,6 meses.
"Por conta da atual sobreoferta de aço nos clientes finais e intermediários, temos visto que algumas siderúrgicas estão voltando atrás em sua intenção de aumentar preços e, em alguns casos, até mesmo descontos estão sendo concedidos", acrescenta.
Em nível global, não há demanda grande o suficiente para justificar aumentos de preços.
Comentários
Últimas Notícias
- 21:00
Encerramento do Noticiário - 20:59
Pressão negativa na bolsa brasileira deve permanecer - 20:40
Suzano tem produção impactada por parada não programada - 20:29
Twittadas da semana - 20:16
MLS tem crescimento, com público maior que o do Brasileirão - 20:00
Light Energia adquire 51% da Guanhães Energia - 19:48
Eficiência da Coca-Cola vai reerguer Neugebauer









