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Contrato anual prevê aplicação de verba que pode variar entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões a cada mês.
O Bradesco investirá cerca de R$ 120 milhões em 2010 para colocar sua marca nos intervalos do Jornal Nacional, da Rede Globo.
Um contrato de patrocínio do telejornal tem validade de um ano e prevê aplicação de recursos que podem variar de R$ 8 milhões a R$ 10 milhões por mês.
A emissora não confirma o valor exato porque sua principal atração tem preço de patrocínio sob consulta, diferente de pacotes de outras atrações que possuem preços pré-fixados.
A negociação é diferente da estabelecida com o Unibanco que renovava o patrocínio trimestralmente.
A instituição financeira, hoje controlada pelo Itaú, foi o último patrocinador do JN. O Bradesco assumiu seu lugar desde o dia 1° de janeiro, depois que o Unibanco resolveu encerrar o contrato de patrocínio em dezembro do ano passado.
Neste primeiro mês, o Bradesco veiculará comerciais criados no ano passado sob o slogan "Presença". Trata-se de um período de adequação antes do lançamento de novas peças de propaganda.
A agência de publicidade da empresa é a Neogama/BBH. Em 2008, o Bradesco investiu em propaganda e marketing R$ 230,5 milhões, 43% a mais em relação ao ano anterior, de acordo com a publicação Agências e Anunciantes, do Grupo Meio e Mensagem. Os valores de 2009 não foram divulgados pelo banco.
O primeiro telejornal a ser transmitido ao vivo na TV brasileira estreou em setembro de 1969 com o patrocínio do Banco Nacional.
Ao longo da sua história as principais empresas do país garantiram receita à atração. HSBC e Casas Bahia foram os patrocinadores mais recentes da antes do Unibanco, presente entre 2008 e 2009.
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