Marcial Portela, presidente do Santander, disse que a instituição já busca formas de se proteger
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Mesmo com o ataque, o Bradesco alega que possui tecnologia para bloquear grandes acessos, informou o vice-presidente do banco. Já o Santander disse estar protegido contra futuras ameaças.
O grupo de hackers Anonymous anunciou na segunda-feira (30/1) que faria durante a semana vários ataques às páginas de bancos. O primeiro alvo do grupo foi o Itaú, seguido nesta terça-feira pelo Bradesco.
Leonardo Bonomi, diretor de suporte e serviços da Trend Micro, explica que o grupo coordena um número grande de acessos ao mesmo tempo.
"Esse já é um tipo de ataque conhecido. Nessa ação milhões ou até mesmo bilhões de acessos são feitos ao mesmo tempo ao site, o que faz com a página fique fora do ar."
A ação já é conhecida dos brasileiros, sendo a mesma utilizada nos ataques feitos aos sites do governo em junho.
O executivo da Trend Micro, empresa que oferece tecnologias de segurança para bancos, garante que nesses ataques não ocorrem o roubo das informações.
"É bastante improvável que isso aconteça, os dados estão sempre protegidos. Caso um cliente esteja utilizando o serviço e a página fique fora do ar, a operação é cancelada na hora."
Na opinião de Sandro Melo, coordenador do curso de redes de computadores da BandTec, os bancos devem trabalhar em parceria com as operadoras de internet. "Os trabalhos terão que ser coordenados de forma a desviar o grande fluxo de acesso, o que acaba fechando o tráfego."
E foi essa a estratégia que o Bradesco utilizou. Durante coletiva para falar sobre os resultados financeiros, Aurélio Conrado Boni, vice-presidente da instituição, explicou que o Bradesco possui um software onde é feito o monitoramento dos acessos.
"Quando percebemos um número elevado de um só endereço conseguimos bloquear. Trabalhamos com três operadoras, e se percebemos um grande fluxo vindo de uma delas, também conseguimos fazer o controle."
O site do Bradesco apresentou lentidão na manhã desta terça-feira. Boni ainda revelou que são feitas 5 milhões de transações por dia via internet.
Sem revelar valores, o executivo disse que a página costuma operar com 42% da sua capacidade total, e que em nenhum momento a instituição foi informada sobre um possível ataque.
A promessa do grupo de hackers Anonymous é que mais sites sejam afetados durante a semana. Diante desse risco, o Santander já busca formas de se proteger.
"Desde a semana passada estamos protegidos contra esses ataques", disse Marcial Portela, presidente do Santander, acrescentando que na semana passada já havia a informação de ataques dessa natureza contra o site da instituição financeira.
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Isso não é um crime, e sim uma forma de abrir os olhos da população, para verem o verdadeiro crime do brasil, os politicos curuptos, esses sim tem que pagar pelo o que fazem.
E ao pessoal que acha que anons são criminosos busquem se informar, aposto que se não for um corupto, passara a apoiar o movimento.
vo fala uma coisa issso e a resposta por querer acabar com a liberdade na internet e ao fechamento do Mega, se querem acabar com a pirataria, cobrem impostos menos abuzivos e um absurdo os valores de produtos como filmes ou games originais e claro que uma pessoa comum vai querer o produto pirata com preços absurdos assim...
Esse individos do mundo virtual. é como a ASFAC atual um sequestrando politicos e etc,e outro prejudicando funcionamento de site importante em todo mundo. E niguem conssegue abatelos... agora se criam bilhos e bilhos de programas em um ano.. e até hoje nao criaram.um programa se que restriam e localiza esses tipos de crimes.