Ticker Bolsa 1

Ticker Bolsa 2

Marketing

Bancos lideram ranking das marcas mais valiosas no Brasil

Ana Paula Ribeiro   (aribeiro@brasileconomico.com.br)
10/06/10 20:17


Brasil não tem marcas de consumo tão antigas. Por isso, o setor financeiro se destaca, explica Pinedo, diretor da Interbrand

Brasil não tem marcas de consumo tão antigas. Por isso, o setor financeiro se destaca, explica Pinedo, diretor da Interbrand

Collapse

Comunidade

Partilhe: del.icio.us   Digg   Facebook   TwitThis   Google   Mixx   Technorati  

As instituições financeiras ocupam as primeiras posições no levantamento desenvolvido pela consultoria Interbrand e que tem como base o desempenho das empresas durante 2009.

O destaque alcançado pelos bancos brasileiros durante um ano marcado por uma crise financeira externa se refletiu mais uma vez no valor de suas marcas.

Em primeiro lugar, ficou o Itaú, com marca avaliada em R$ 20,651 bilhões, repetindo a colocação alcançada no ranking anterior. Em segundo, aparece o Bradesco, seguido por Petrobras, Banco do Brasil e Skol.

"O peso da marca é maior nos bancos do Brasil do que no exterior. Isso ficou ainda mais forte após a crise", afirma o diretor da consultoria no Brasil, Alejandro Pinedo.

Foram consideradas apenas marcas criadas no Brasil, de empresas que divulgam publicamente os resultados contábeis e identificam as receitas de cada marca.

O ranking tem as 25 maiores. Além dos grandes bancos, o setor financeiro tem outro representante, o Banrisul na 12ª posição, com marca de R$ 645 milhões.

Na avaliação do diretor-executivo de marketing do Itaú, Fernando Chacon, a presença do Itaú na liderança, e também a predominância de instituições financeiras nas primeiras colocações, refletem a solidez do setor no país.

"É um dos pilares da sustentação da economia brasileira. Os atributos são sólidos, o que faz com que o consumidor escolha os bancos", diz.

Para determinar o valor para o ranking, a Interbrand faz a avaliação financeira da marca com base no valor econômico agregado (EVA, na sigla em inglês), mensura a força dela no mercado e faz a projeção futura dos lucros que podem ser gerados pela marca.

Esses resultados são ajustados a valores presentes. "O Brasil não tem marcas de consumo tão antigas.

Por isso, as industriais e as financeiras são mais valiosas", diz o diretor da Interbrand, pertencente ao Grupo ABC, que também controla a agência de publicidade DM9DDB.

Ficaram de fora do ranking Vale, Usiminas em Gerdau. Segundo Pinedo, isso ocorreu porque essas empresas geraram um EVA negativo em 2009.

  • Confira a matéria na íntegra na edição impressa de amanhã do Brasil Econômico

Comentários

Ainda não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!
Envie o seu comentário

Os comentários enviados serão publicados após aprovação. O Brasil Econômico reserva-se o direito de não publicar comentários considerados como ofensivos ou sem ligação alguma ao artigo em questão

outros jornais da EJESA