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A corretora ajustou o preço alvo dos papéis da bolsa de R$ 13,72 para R$ 14,94, o que representa um potencial de elevação de 33% até junho de 2011, e também mudou a recomendação de neutra para compra, segundo relatório da analista Laura Lyra Schuch.
As alterações foram feitas devido à incorporação de novas premissas que devem influenciar nos negócios da bolsa, como a oferta de ações do Banco do Brasil, a capitalização da Petrobas e as novas projeções dadas pela BM&FBovespa.
A corretora incorporou ao volume no segmento Bovespa um total de R$ 60 bilhões como decorrência das ofertas de BB e Petrobras. Caso essa projeção se confirme, o volume médio diário das negociações no mercado à vista teria um incremento de R$ 914 milhões, para R$ 7,1 bilhões no terceiro trimestre.
Na avaliação da analista, a elevada aversão a risco global penalizou a bolsa brasileira, mas não os fundamentos das empresas locais.
Por essa razão, a avaliação é que a recente queda nos preços do mercado acionário representa uma oportunidade para a compra das ações da BM&FBovespa.
Na simulação feita pela Ativa, o múltiplo de preço/lucro para 2010 e 2011 está com um desconto de, respectivamente, 12% e 27% em comparação à média das bolsas internacionais.
A Ativa espera ainda uma trajetória ascedente do Ibovespa em 2010, mas contida e com aumento da volatilidade.
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