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A gestão de riscos vem se consolidando como uma das prioridades dos bancos em todo o mundo. Mas, afastado o pior momento da crise financeira internacional, é possível notar que ainda há muito o que avançar nesse quesito.
A constatação é de um levantamento global da Deloitte, realizado com 111 instituições financeiras cujos ativos somam US$ 19 trilhões.
Segundo o estudo, uma das evidências de que os bancos buscam balancear lucratividade com o apetite por riscos para alcançar resultados é a disseminação da figura do Coordenador de Riscos (Chief Risk Officer).
De acordo com a Deloitte, 73% das instituições consultadas têm um profissional desse tipo em sua estrutura.
O CRO é o responsável por gerenciar os níveis de risco definidos pela instituição e zelar para que ele esteja alinhado às decisões de seus gestores.
Esse profissional se reporta ao presidente e/ ou ao Conselho de Administração dos bancos.
"Esse executivo monitora os riscos tomados pela instituição. Geralmente, não é ligado à operação nem comprometido a alcançar metas e resultados", explica o sócio da área de gestão de riscos da Deloitte, Rodrigo Mendes.
O especialista lembra que no Brasil a maior parte dos grandes bancos já adota a função.
"A velocidade com que as instituições brasileiras reagiram à crise foi um fator decisivo para proteger o patrimônio dos acionistas. O histórico de crises da década de 80 mostra que as instituições que não tinham bons processos de avaliação de risco foram vítimas da seleção natural do mercado", constata.
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Referente á crise, a ação de abaixar o IPI partiu de um gestor de risco.
Hoje o gestor de risco é muito importante em uma empresa, apesar de geralmente se chamado de “O cavaleiro da desgraça" pelo fato que ele analisa as coisas que podem dar errado, o gestor de risco é muito importante para a empresa.
Ele é responsável até se a empresa falir é ele que analisa quanto ira gastar para fechar a empresa.
Uma profissão que esta crescendo muito não só em bancos mais em grandes empresas.
são poucos os experts.....